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O novo desafio das marcas de cosméticos: ser recomendada pela Inteligência Artificial
Por Richard Klevenhusen Durante décadas, a principal preocupação das marcas de cosméticos foi conquistar espaço nas prateleiras, nos salões de beleza ( eu cheguei a importar expositores da Itália, na minha época de Kérastase ) e, mais recentemente, nas primeiras posições dos mecanismos de busca da internet. Agora, uma nova revolução está em curso: conquistar espaço nas respostas da Inteligência Artificial. Cada vez mais consumidores utilizam ferramentas como ChatGPT, Gemini,
Richard Klevenhusen
8 de jul.4 min de leitura


A Beleza entrou em uma "Nova Era Econômica"
Tenho acompanhado há anos a capacidade quase impressionante da indústria da beleza de sobreviver a crises. Enquanto outros setores encolhem rapidamente diante de turbulências econômicas, o mercado de cosméticos costuma encontrar formas de continuar crescendo, ainda que mudando completamente de direção. Mas o cenário que começa a se desenhar para 2026 me parece diferente. Ao analisar as projeções econômicas apresentadas recentemente pelo Itaú no “Robert Half Transformation Tal
Richard Klevenhusen
12 de mai.3 min de leitura
IA & Beleza em 2026
Eu li recentemente um artigo que me fez repensar completamente o futuro da beleza. Não foi apenas mais uma análise de tendências, foi quase um alerta: 2026 será o ano em que a inteligência artificial vai decidir quem ganha e quem desaparece no mercado de beleza. E, sinceramente, isso já começou. Durante muito tempo, associamos tecnologia na beleza a coisas mais “visíveis”: filtros, aplicativos de maquiagem virtual, e-commerce mais inteligente. Mas o que está acontecendo agora
Richard Klevenhusen
20 de abr.3 min de leitura


Beleza sob pressão: o alerta da Europa e a oportunidade silenciosa para o Brasil
Por trás das prateleiras sofisticadas e das promessas de inovação que dominam o mercado global de beleza, um debate estratégico começa a ganhar força e pode redesenhar o futuro da indústria. L'Oréal e Beiersdorf (dona da Nivea) fizeram um alerta direto à União Europeia: o excesso de regulação está sufocando a inovação e ameaçando a competitividade do setor. A crítica não é sobre segurança, um valor inegociável na indústria cosmética, mas sobre o peso crescente da burocracia.
Richard Klevenhusen
23 de mar.3 min de leitura
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